Crítica | Planeta dos Macacos – A origem
A saga Planeta dos Macacos iniciou-se em 1968 e teve, posteriormente, quatro continuações, uma série de televisão, um desenho animado, histórias em quadrinhos e uma refilmagem equivocada realizada por Tim Burton em 2001. Exatos 10 anos depois, somos novamente apresentados a essa história que sempre encanta o público, seja pela eventual inversão de papéis entre dominador e dominado como pelo fascínio que estes animais, tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes, provocam no ser humano.
Dirigido por Rupert Wyatt – que anteriormente havia feito somente o filme de prisão A Escapada (2008) – Planeta dos Macacos: A Origem, reconta a história de A Conquista do Planeta dos Macacos, de 1972, no qual o chimpanzé César comandava uma revolução contra os humanos. Se na saga original discutia-se a ameaça atômica e o belicismo exagerado, aqui a bola da vez é a manipulação genética e algumas (rasas) questões éticas pertinentes ao assunto.
Planeta dos Macacos: A origem
Depois da famigerada versão de Tim Burton, qualquer filme que traga de volta a temática de um planeta dominado por macacos assusta. Mas, ao contrário do que se esperava, essa nova versão, realizada totalmente com a técnica de motion capture,a mesma de Avatar, tem sido extremamente bem criticada e parece que traz um novo fôlego a uma história que parecia não ter mais ressonância nos dias de hoje. Estreia no último fim de semana de agosto. Confira o trailer

