Crítica | Homem de Ferro 3

Crítica | Homem de Ferro 3

Homem de Ferro 3. Mas também pode chamar de Tony Stark: Marcado para a Morte. Ou Um Milionário na Mira dos Assassinos. Não importa. O que fica claro neste terceiro filme do super-herói metalizado da Marvel é que há cada vez menos espaço para o alter-ego de Tony Stark em seu próprio filme.

Ao colocar o foco quase que exclusivamente sobre os devaneios, dramas e agruras do excêntrico milionário, os produtores investem com segurança naquilo que é o elemento mais forte e de maior empatia com os espectadores: a atuação magnética de Robert Downey Jr., cada vez mais à vontade em seu papel. O que é muito bom. Mas que também carrega a sua dose de problemas.

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Trailer | Valente

Trailer | Valente

Após o fiasco de Carros 2, a Pixar tenta em 2012 recuperar sua supremacia nos desenhos animados em 3D. Em um ano repleto de blockbusters voltados à super-heróis e invasões alienígenas, a Pixar se arrisca e aposta no charme medieval de uma heroína ruiva e descabelada.

Apresentando uma trama e um visual que lembra – e muito – as produções da rival Dreamworks, Valente conta a história da jovem princesa Mérida e sua luta para fugir das convenções de uma sociedade antiquada. A data de estreia prevista aqui no Brasil é 20 de julho.

Confira abaixo o terceiro trailer oficial da produção:

Crítica | Jogos Vorazes

Crítica | Jogos Vorazes

A nova saga cinematográfica baseada em uma série de livros de sucesso – assim como Harry Potter, Senhor dos Anéis e, vá lá, Crepúsculo – chega às telas com a peculiar obrigação de atender a expectativa gerada por seus fãs. E embora não seja uma obra isenta de problemas, Jogos Vorazes cumpre com honras sua missão: além de ser um filme empolgante com uma protagonista irresistível, ainda se dá ao luxo de discutir temas polêmicos poucas vezes vistos em produções direcionadas ao público juvenil. Ponto para o diretor Gary Ross que, vindo dos dramas A Vida em Preto e Branco (1998) e Seabiscuit – Alma de Herói (2003), revela-se um artesão de mão cheia ao criar um universo alternativo verossímil e aflitivo.

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Trailer | John Carter

Trailer | John Carter

Embora não seja possível disfarçar a incômoda sensação de déja vu ao ver as imagens de John Carter – que parece um mix de Avatar com Príncipe da Pérsia e Star Wars – é preciso que fique claro que a obra John Carter foi escrita em 1912 por Edgar Rice Burroughs (o criador de Tarzan) e que efetivamente influenciou todas estas sagas cinematográficas.

Infelizmente, a Disney parece não estar encontrando a maneira correta de vender o filme, pois todos os trailers lançados até agora não conseguiram estabelecer o filme como uma obra original e interessante.

Há rumores de que, mesmo que o filme seja uma unanimidade entre os críticos e um sucesso entre os poucos que estão dispostos a ir em sua estreia, ainda será um fracasso, por conta do desconhecimento do público e da história aparentemente genérica demais. Uma pena.

Estreia nesta sexta-feira no Brasil.

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Fique de olho: Poder Sem Limites

Fique de olho: Poder Sem Limites

O filme conta a história de três jovens que, após uma surpreendente descoberta, ganham poderosas habilidades telecinéticas, tornando-se virtualmente super-poderosos. O que começa como uma curiosidade – com um quê de fascinação e irresponsabilidade típicos da idade – logo torna-se uma ameaça de proporções inimagináveis.
O filme do Josh Trank (guarde bem esse nome) faz referências diretas aos filmes de super-heróis, mesclando a temática fantasiosa do gênero com o aspecto documental do estilo ‘filme encontrado’. O filme abusa de ser inverossímil em diversos momentos, mas compensa tudo isso com um clímax épico de fazer inveja a muito filme de ação por aí.
Uma paulada.
Estreia na sexta-feira. Aguarde a crítica ainda essa semana.

Crítica | Planeta dos Macacos – A origem

Crítica | Planeta dos Macacos – A origem

A saga Planeta dos Macacos iniciou-se em 1968 e teve, posteriormente, quatro continuações, uma série de televisão, um desenho animado, histórias em quadrinhos e uma refilmagem equivocada realizada por Tim Burton em 2001. Exatos 10 anos depois, somos novamente apresentados a essa história que sempre encanta o público, seja pela eventual inversão de papéis entre dominador e dominado como pelo fascínio que estes animais, tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes, provocam no ser humano.

Dirigido por Rupert Wyatt – que anteriormente havia feito somente o filme de prisão A Escapada (2008) – Planeta dos Macacos: A Origem, reconta a história de A Conquista do Planeta dos Macacos, de 1972, no qual o chimpanzé César comandava uma revolução contra os humanos. Se na saga original discutia-se a ameaça atômica e o belicismo exagerado, aqui a bola da vez é a manipulação genética e algumas (rasas) questões éticas pertinentes ao assunto.

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