Crítica | A Morte do Demônio (2013)

Crítica | A Morte do Demônio (2013)

E lá se vão mais de 30 anos desde que Sam Raimi e sua trupe de amigos juntaram alguns milhares de dólares para fazer um dos mais divertidos e alucinantes filmes de horror de todos os tempos. Ao longo deste período, o gênero conheceu sucessos e fiascos, sendo aos poucos desconstruído de diversas maneiras, seja pela paródia assumida (em especial a partir de Sexta-Feira 13 – parte VI), por revisões que brincavam com seus cânones e clichês (a série Pânico) até ser ter sua linguagem e estrutura dissecados pelo excelente O Segredo da Cabana.

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Crítica | À Toda Prova

Crítica | À Toda Prova

Se produzido nos anos 80, é provável que À Toda Prova fosse protagonizado por Cynthia Rothrock, a lutadora de artes marciais que se tornou estrela de filmes de ação de baixo orçamento no período. A comparação não é gratuita. Dirigido por Steven Soderbergh, que no ano passado entregou o sério e pesado

Contágio, o filme À Toda Prova é um típico exemplar do gênero espionagem e vingança deliciosamente descerebrado, com um elenco secundário fabuloso e uma protagonista que, se não tem a menor familiaridade com as artes da atuação, compensa tudo isso com uma presença magnética, sexy e carismática. Read more

Crítica | O Pacto

Crítica | O Pacto

Dirigido pelo veterano Roger Donaldson, O Pacto é mais uma das bem-sucedidas tentativas de Nicolas Cage em afundar sua carreira cada vez mais. Com uma história genérica sobre a busca de justiça por cidadãos comuns vítima de violência – tema já batido desde os anos 70 com a série Desejo de Matar, com o saudoso Charles Bronson – o filme até começa de forma interessante, mas aos poucos se perde em meio a um roteiro repleto de clichês, situações inverossímeis e – pior ainda – que ofendem profundamente a inteligência do espectador, contando ainda com reviravoltas desinteressantes e cenas de ação de dar sono.

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Review | À Beira do Abismo

Review | À Beira do Abismo

É difícil acreditar que Sam Worthington ainda esteja atuando. Revelado em Avatar, o ator australiano tem se mostrado uma nulidade em termos de interpretação, incapaz de demonstrar qualquer emoção ou mesmo tédio. Não que isso fosse melhorar a tremenda bobagem que é À Beira do Abismo.

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Crítica | 12 Horas

Crítica | 12 Horas

Heitor Dhalia é um diretor que sabe como poucos perscrutar os sentimentos mais íntimos de seus personagens, como visto nos recentes O Cheiro do Ralo e À Deriva. Que essa característica tenha desaparecido por completo em sua estreia em Hollywood é um sinal de que algo desandou durante a produção. Estrelado pela sempre estranha Amanda Seyfried, 12 Horas é um suposto thriller de suspense que não funciona de modo satisfatório em nenhum aspecto, soando como uma obra impessoal e, pior ainda, totalmente esquecível.

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Review | La Cara Oculta

Review | La Cara Oculta

Mais um belo exemplar do cinema espanhol de suspense. Em A Cara Oculta,  filme do diretor Andrés Baiz, acompanhamos a história de Adrián (Quim Gutierrez), um maestro espanhol que vem à Colombia com a namorada Belén (Clara Lago) para uma temporada de um ano como condutor da orquestra local.

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Fique de Olho | A Perseguição

Fique de Olho | A Perseguição

O avião no qual se encontra  um grupo de trabalhadores de uma refinaria de petróleo no Alasca cai após uma forte turbulência. No meio de destroços, corpos e  gritos de desespero surgem poucos sobreviventes, entre eles o veterano Ottway (Liam Neeson), cuja função na refinaria era cuidar para que os lobos não atacassem os funcionários.

A preocupação com a sobrevivência neste ambiente inóspito, de temperaturas extremamente negativas, ganha um agravante com a matilha que agora persegue os poucos que ainda vivem após o acidente. Tentando escapar da fúria dos lobos, resta a estes homens fugir pelo meio da neve e da floresta para não serem caçados impiedosamente.

Saído do descartável Esquadrão Classe A, o diretor John Carnahan entrega em A Perseguição um filme tenso sobre sobrevivência e uma fábula curiosa sobre o famoso embate entre homem e natureza. E mesmo que, como sempre, o roteiro force diversas situações para além do aceitável, o resultado é acima da média. Um filme que mostra não o que o homem faz para sobreviver, mas como é sua reação quando a morte é mais do que inevitável.

Estreia no dia 13 de abril.

 

Crítica | A Mulher de Preto

Crítica | A Mulher de Preto

Depois de sua estreia em 2008 com o angustiante Sem Saída (Eden Lake), o diretor James Watkins retorna ao cinema com esta história de terror nos moldes das obras da histórica produtora Hammer – especialista em filmes do gênero nos anos 60 e 70  e que revelou ao público nomes como Christopher Lee e Peter Cushing. A Mulher de Preto tem também o atrativo (pelo menos para parte do público) de ser o primeiro filme protagonizado por Daniel Radcliffe após a conclusão da saga Harry Potter. Assim como o recente O DespertarA Mulher de Preto busca recriar o clima de filmes como Os Outros ou Os Inocentes, daqueles que se sustentam muito mais pela criação de uma atmosfera de terror do que pelos efeitos gráficos. Por isso, espere muitas aparições nas janelas e nos espelhos, sombras que se movem furtivamente, portas que se fecham sozinhas, ventos e sussurros misteriosos.

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Crítica | O Despertar

Crítica | O Despertar

Uma atriz a que todos deveriam prestar atenção é Rebecca Hall. Uma espécie de Luana Piovani com classe (a frase não é minha), Rebecca já foi vista em filmes como O Grande TruqueVicky Cristina Barcelona e Atração Perigosa, sempre com uma atuação sóbria e talentosa. Neste O Despertar , ela entrega uma interpretação tocante como Florence Cathcart, uma jovem inglesa especializada em desmascarar farsas sobrenaturais.

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